No momento em que se abre um novo ciclo político, com a reeleição de Roberta Metsola e a tentativa de fazer o mesmo com Ursula Von der Leyen, a Hungria tem a responsabilidade de presidir à UE. Viktor Orbán escolheu desafiar os seus parceiros e encontrou-se com Putin e Xi Jinping, sofrendo agora um boicote da Comissão Europeia e de vários países à agenda da sua presidência. Henrique Burnay, consultor em Assuntos Europeus e colunista do Expresso, lembra a expressão “idiota útil” para descrever alguém que fica mal na fotografia mas consegue o que quer. Neste caso, nem isso aconteceu.

Filipe d’Avillez: “Na América com que sonham os evangélicos mais bizarros, próximos da Administração Trump, os católicos têm pouco espaço”
16:26

A Europa ganha com a derrota de Trump e Putin na Hungria
15:37

Magyar para derrotar Orbán: a UE aposta num “melão” para derrotar o “Cavalo de Tróia” de Trump e de Putin
35:47