A divulgação das colocações no ensino superior revelou uma má notícia, ou melhor, duas: há menos seis mil alunos colocados e as instituições mais afectadas são os politécnicos do interior. Na Guarda e em Beja, por exemplo, a queda é superior a 40%. O interior do país, que vimos arder durante todo o mês de Agosto, sofre agora o impacto de um retrocesso no acesso ao ensino superior. Também aqui é preciso um pacto de regime? Responde a professora Maria José Fernandes, presidente do IPCA e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.

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