Há 40 anos a permear a música portuguesa com ironia, surrealismo, marotice e erudição, Manuel João Vieira é o convidado da mais recente edição do Posto Emissor. Homem de muitos oficios, figura de proa nos Ena Pá 2000, Irmãos Catita ou Corações de Atum, lança esta semana um novo álbum a solo, mas bem acompanhado por um grupo de quase uma vintena de músicos, entre os quais o saxofonista Ricardo Toscano e o contrabaixista Carlos Barretto: chamou-lhe “O Tempo das Andorinhas” e tem como subtítulo “Canções de Dor de Corno”. Ao podcast da BLITZ traz música de outros tempos, memórias da “má vida” e os desafios da paternidade

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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