Há 40 anos a permear a música portuguesa com ironia, surrealismo, marotice e erudição, Manuel João Vieira é o convidado da mais recente edição do Posto Emissor. Homem de muitos oficios, figura de proa nos Ena Pá 2000, Irmãos Catita ou Corações de Atum, lança esta semana um novo álbum a solo, mas bem acompanhado por um grupo de quase uma vintena de músicos, entre os quais o saxofonista Ricardo Toscano e o contrabaixista Carlos Barretto: chamou-lhe “O Tempo das Andorinhas” e tem como subtítulo “Canções de Dor de Corno”. Ao podcast da BLITZ traz música de outros tempos, memórias da “má vida” e os desafios da paternidade

Bárbara Tinoco: “Há unicórnios como a Carolina Deslandes, que adora estar grávida, e depois eu, que odiei. Liguei-lhe a dizer ‘isto não é o que me vendeste’”
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Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”
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Santos & Pecadores: “O Rui faz-nos uma falta enorme. Pensamos ‘será que somos ingratos?’, mas ele fazia muita força para que voltássemos”
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