Figura de proa do rock português dos anos 70 e 80, António Garcez foi um dos mais intensos ‘animais de palco’ da ‘arte elétrica’ nacional: com os Pentágono tocou para milionários em Cascais, em Arte & Ofício abraçou o jazz rock e palmilhou palcos de todo o país, nos Roxigénio foi rocker ‘duro’ e debochado… e depois desapareceu. Acabado de chegar dos EUA, onde vive há quase quarenta anos, falou no podcast da BLITZ sobre as ‘delinquências’ do rock em Portugal, os amigos e os rivais, e a carreira inusitada que abraçou além-fronteiras, a “milhas” dos holofotes da fama..

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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