Figura de proa do rock português dos anos 70 e 80, António Garcez foi um dos mais intensos ‘animais de palco’ da ‘arte elétrica’ nacional: com os Pentágono tocou para milionários em Cascais, em Arte & Ofício abraçou o jazz rock e palmilhou palcos de todo o país, nos Roxigénio foi rocker ‘duro’ e debochado… e depois desapareceu. Acabado de chegar dos EUA, onde vive há quase quarenta anos, falou no podcast da BLITZ sobre as ‘delinquências’ do rock em Portugal, os amigos e os rivais, e a carreira inusitada que abraçou além-fronteiras, a “milhas” dos holofotes da fama..

João Melo (A Fúria do Açúcar): “Passei grande parte da vida a tentar agradar, não me sentia integrado em nada. Experimentei substâncias, mas davam-me dor de cabeça”
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António Manuel Ribeiro: “Um dia o Júlio Isidro diz: ‘Chega, temos de tirar os UHF do 1º lugar’. Fiquei muito chateado, mas nunca disse nada”
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Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta’”
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