Figura de proa do rock português dos anos 70 e 80, António Garcez foi um dos mais intensos ‘animais de palco’ da ‘arte elétrica’ nacional: com os Pentágono tocou para milionários em Cascais, em Arte & Ofício abraçou o jazz rock e palmilhou palcos de todo o país, nos Roxigénio foi rocker ‘duro’ e debochado… e depois desapareceu. Acabado de chegar dos EUA, onde vive há quase quarenta anos, falou no podcast da BLITZ sobre as ‘delinquências’ do rock em Portugal, os amigos e os rivais, e a carreira inusitada que abraçou além-fronteiras, a “milhas” dos holofotes da fama..

Bárbara Tinoco: “Há unicórnios como a Carolina Deslandes, que adora estar grávida, e depois eu, que odiei. Liguei-lhe a dizer ‘isto não é o que me vendeste’”
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Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”
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Santos & Pecadores: “O Rui faz-nos uma falta enorme. Pensamos ‘será que somos ingratos?’, mas ele fazia muita força para que voltássemos”
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