Na véspera de editar o novo álbum, “Casa Guilhermina”, Ana Moura regressa ao Posto Emissor para falar da decisão de se tornar uma artista independente, as perdas de pessoas importantes na sua vida, como o irmão e o amigo Prince, e como o fado sempre foi mais inclusivo do que se pensa. No podcast da BLITZ, recordamos ainda Gal Costa e falamos de Bon Iver

Mário Barreiros: “Criei os meus calos na bateria no quarteto do Rão Kyao. Andava com pensos, com bolhas, com sangue”
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Viviane: "Quando cheguei, em 82, Portugal era muito diferente. Na minha aldeia nem havia dentistas, quem arrancava os dentes era o barbeiro"
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Jorge Palma (1950-2026): “Não tenho interesse nenhum em ir para o Panteão Nacional. Depois de morto estou a marimbar-me”
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