Descreve-se como “uma pessoa normal com vontade de viver, que encontrou e pôde viver a paixão profissional da sua vida”. Confessa nunca ter feito contratos com algum tipo de televisão, tendo sido, a maior parte do tempo, “patroa” de si mesma. Valoriza a liberdade como farol para poder viver as suas convicções, para poder viver a vida que sempre sonhou. Destaca que “tudo tem um preço”, mas é com “imenso orgulho” que recorda várias conquistas que viveu em televisão. Em relação às mulheres, refere que mudou muitos paradigmas: “Numa altura em que não se podia falar de coisíssima nehuma, andei a fazer perguntas em plateias sobre sexualidade. Isso foi muito importante para as mulheres se apoiarem na imagem de outras mulheres”. Não corrobora a ideia de as pessoas a conhecerem a 100%, mas o essencial, a verdade, encontra-se na Teresa Guilherme: “Nunca me preocupei em construir um boneco”.

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