Estar, hoje, nos sapatos de Pedro Nuno Santos é, nas palavras do próprio, “uma grande responsabilidade e um peso”, pois representa um partido que transporta uma história com 50 anos e não quer, acima de tudo, “decepcionar ninguém”. Começou o seu percurso político na JS e nunca sonhou “ser secretário-geral do partido”. Foi presidente da assembleia de freguesia, membro da assembleia municipal, vereador, deputado, secretário de Estado, ministro, mas o sonho de ser líder do partido passou a ser, dentro do PS, “um segredo muito mal guardado”. Desde que se lembra, sempre se falou de política em casa e já em criança participava nas conversas que tinha com os pais. Na escola, foi delegado de turma, presidente da associação de estudantes no secundário, algo que lhe fomentava um papel reivindicativo por oposição ao jeito para jogar à bola: “Sempre fui péssimo e isso era uma grande falha”.

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