Numa autêntica viagem ao seu percurso pessoal e profissional, Márcia Breia refere que “a felicidade não deve escolher idade” e que talvez seja o seu otimismo incontornável a nortear as decisões que foi tomando na vida. Ensinou umas asneiras a Ruy de Carvalho na novela Nazaré, momentos que lhe rasgam um sorriso ao recordar. Mas hoje vive “cheia de medo”. De todos os amigos que fez, começam a partir aqueles mais próximos da sua idade: “Começo a pensar que um dia destes chega a minha altura, mas não me apetecia”. Fala sobre a velhice e o peso que isso acarreta nos próprios e nos outros. “O fim é uma incógnita dolorosa, mas podia bem não o ser”.

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