Numa grande entrevista de vida com Daniel Oliveira, o humorista Gilmário Vemba recorda o que o fazia feliz em Luanda, quando era criança: "Transformava tudo em brinquedos. Havia muita falta de energia, então a nossa televisão era a minha tia a contar histórias". Recorda os conflitos armados no país em 1992, única altura em que faltou comida em casa e em que a violência era tanta que se normalizou e conta a história do assalto à casa da família: "Foram três horas ali, sequestrados. Espancaram a minha mãe". Oiça a entrevista completa em podcast.

Inês Sá Frias: “‘Nunca te esqueças o quanto o pai te ama.’ Era claramente uma despedida, mas a Inês de 14 anos não percebeu”
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Nuno Markl: “Tinha medo da morte. Depois de ter estado perto desdramatizei e fiquei mais apaziguado”
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Afonso Laginha: “A gaguez foi quase como uma menos-valia e tornou-se um bocado um superpoder. Significa que tenho de trabalhar mais que os outros”
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