Carolina Patrocínio volta a sentar-se na cadeira do Alta Definição 16 anos depois. ”A essência é a mesma, a ingenuinidade perdeu-se algures, mas a miúda que conheceste nessa altura ainda é a mesma”, diz a apresentadora da SIC ao apresentador, Daniel Oliveira. Escolheu a televisão, o emprego volátil numa família de carreiras tradicionais, e fez as pazes com isso, sem nunca esquecer os piores momentos: ”Criou-se a narrativa de que sou mimada, fundamentalista ou exigente, o que em nada se cola com a pessoa que eu sou. Não sei como, mas em algum momento tornaram isso verdade. É horrível, mas é possível tornar verdade uma coisa que não é”. Oiça aqui a entrevista completa

Sara Barradas: “Desde muito cedo que queria ser atriz. Eu ficava em frente à televisão e dizia que queria ir para dentro da caixinha”
51:30

Toy: “Costumo dizer que foi preciso chegar aos 60 anos para descobrirem que sabia cantar. Toda a gente agora quer gravar comigo, é ótimo”
49:08

Manuel João Vieira: “Pode-se aprender o amor, mas teremos sempre dentro de nós algum amor torto”
49:10