Carolina Deslandes, se pudesse voltar a falar com quem era há cinco anos, diria a si mesma para ter menos certezas. É assim que regressa ao Alta Definição para fazer uma retrospetiva às palavras que hoje não diria. Recorda com tristeza como a música mais conhecida da sua carreira se tornou uma piada. “Então o amor não era para a vida toda?”, questionaram-na depois do divórcio. Foi nessa separação e noutros momentos atribulados que encontrou a inspiração para o novo álbum “Caos”. “Tem a raiva, tem a mágoa, tem o luto. A tristeza não precisa de ser eloquente”, avalia assim o seu novo trabalho. A experiência enquanto artista, mulher, mãe e figura pública ensinaram-na a aceitar a turbulência que a vida traz e que "o amor é mais amor quando é difícil". A construção de uma boa relação com o seu corpo e o desafio de ser mãe de um filho com autismo foram outros dos temas que decidiu trazer para a conversa com Daniel Oliveira. Ouça o programa Alta Definição em podcast, emitido na SIC a 13 de maio.

Inês Sá Frias: “‘Nunca te esqueças o quanto o pai te ama.’ Era claramente uma despedida, mas a Inês de 14 anos não percebeu”
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Nuno Markl: “Tinha medo da morte. Depois de ter estado perto desdramatizei e fiquei mais apaziguado”
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Afonso Laginha: “A gaguez foi quase como uma menos-valia e tornou-se um bocado um superpoder. Significa que tenho de trabalhar mais que os outros”
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