Ana Garcia Martins, conhecida como a Pipoca Mais Doce, já tem demasiados anos de exposição para se preocupar com o ódio online: "Se há um comentário de que não gosto, não ligo, ou respondo com humor, o que desarma sempre a pessoa, ou deixo que a comunidade vá lá e atue por mim. Se acho que é demais, bloqueio a pessoa e não perco dois segundos da minha vida a pensar nisso". Essa presença digital hoje é o seu meio de sobrevivência, mas, tendo começado como uma brincadeira, Pipoca Mais Doce ainda não consegue pôr-lhe esse peso: "É o síndrome do impostor. Às vezes, em relação aos prémios que recebo, penso sempre que um dia me vão bater à porta e dizer que têm de os recolher porque perceberam que eu não tenho mérito". Oiça a grande entrevista de Daniel Oliveira com Ana Garcia Martins

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Nuno Markl: “Tinha medo da morte. Depois de ter estado perto desdramatizei e fiquei mais apaziguado”
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Afonso Laginha: “A gaguez foi quase como uma menos-valia e tornou-se um bocado um superpoder. Significa que tenho de trabalhar mais que os outros”
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