Ana Garcia Martins, conhecida como a Pipoca Mais Doce, já tem demasiados anos de exposição para se preocupar com o ódio online: "Se há um comentário de que não gosto, não ligo, ou respondo com humor, o que desarma sempre a pessoa, ou deixo que a comunidade vá lá e atue por mim. Se acho que é demais, bloqueio a pessoa e não perco dois segundos da minha vida a pensar nisso". Essa presença digital hoje é o seu meio de sobrevivência, mas, tendo começado como uma brincadeira, Pipoca Mais Doce ainda não consegue pôr-lhe esse peso: "É o síndrome do impostor. Às vezes, em relação aos prémios que recebo, penso sempre que um dia me vão bater à porta e dizer que têm de os recolher porque perceberam que eu não tenho mérito". Oiça a grande entrevista de Daniel Oliveira com Ana Garcia Martins

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João Braga: “Passei o Natal de 74 sozinho, com um filho acabado de nascer e impedido de o conhecer. Naquele momento passei mal”
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Sofia Alves: “Só a palavra 'tumor' já te assusta. E a médica disse-me: 'Vai ser operada de urgência, já amanhã, e é para tirar tudo'. Foram 10 dias do maior sofrimento que se possa imaginar”
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