Radialista da Renascença e agora a "máquina de pastilhas" do programa A Máscara, Ana Galvão fala de humor, mudanças, desafios, amor e rádio, numa conversa sincera e cheia de histórias inesperadas, com Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Nesta emissão de 08 de fevereiro, Ana Galvão reflete sobre a sua trajetória profissional e pessoal, marcada pelo amor à rádio e à leveza na vida. Fala sobre a influência do seu pai, um músico irreverente, e da sua mãe, uma presença constante e estruturante. Recorda a infância dividida entre Espanha e Portugal, a mudança difícil na adolescência e a descoberta da paixão pela rádio. Com humor, partilha histórias do seu percurso, como a rejeição inicial na rádio por não falar bem português e os desafios da sua carreira. Destaca a importância de relações leves e ambientes saudáveis no trabalho, e a sua sensibilidade para os direitos dos animais e o seu compromisso com o vegetarianismo. A maternidade transformou a sua visão do amor, trazendo desafios emocionais, como o impacto do divórcio no seu filho. Em conversa com Daniel Oliveira, revela o marco que foi a perda do pai em plena pandemia e como isso alterou a dinâmica familiar.

Evandro Gomes: “Cheguei a não ter comida na mesa, partilhávamos pão e leite entre oito pessoas. Pedi 50 cêntimos à minha mãe e ela nem 10 tinha na conta”
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Vasco Pereira Coutinho: “Não jogava à bola com os outros meninos, preferia brincar com as minhas amigas. Sabia que era diferente, mas não confessava a ninguém”
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Mário Zambujal (1936–2026): “As pessoas devem ter a noção de que chegar a velho já não é mau. A alternativa é pior. O mal é não chegar a velho”
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