Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a atriz e encenadora Sara Carinhas começa por desmistificar a ideia de ser uma benção ou maldição ser filha de duas grandes figuras das artes. E revela como foi comovente acompanhar de perto os ensaios do novo solo ‘O Salvado’ da sua mãe, a bailarina e coreógrafa Olga Roriz. E como, aos 70 anos, a progenitora deu-lhe horizonte e ensinamentos sobre o que pode um corpo. Depois, Sara procura dar a sua receita infalível para respondermos e resistirmos neste mundo, com tantos desafios e atentados à liberdade e à democracia. A meio do episódio, Sara Carinhas partilha as músicas que a acompanham, lê um poema de Ana Luísa Amaral, e um texto seu escrito em resposta a esse. No final, revela o projeto de uma vida que está a preparar com Elsa, a sua companheira. E abre um pouco o livro da vida serena que o casal tem atualmente no Ribatejo e do que vem aí. Boas escutas!

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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Marina Mota (parte 1): “Quando me estreei disseram que eu era a nova Ivone Silva ou a nova Amália. Perdoem-me, mas sou a primeira Marina Mota”
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António de Castro Caeiro (parte 2): “Sou um animal de sala de aula. Adoro tanto dar aulas que já estou com medo de ter de me reformar aos 70”
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