Sandro Resende é um dos pioneiros a usar a arte como ferramenta para libertar as pessoas do rótulo da doença mental. Há 14 anos inaugurou a associação P28, distinguida com o prémio de mérito do SNS, e que deu que falar com exposições revolucionárias que misturavam obras de nomes consagrados da arte contemporânea com as de artistas residentes do Júlio de Matos. Depois, em 2019, fundou o espaço de criação de arte bruta “Manicómio”, o primeiro a representar artistas com alguma doença psicológica. Em breve, Sandro lançará a plataforma internacional “Misfit”, onde poderão encontrar criações inspiradoras de pessoas 'desajustadas', que procuram o prazer da criação, sem terem o lucro como objetivo. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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Filipa Leal (parte 1): “À medida que a vida me começou a doer, curiosamente, o humor entrou na minha poesia”
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Susana Moreira Marques (parte 2): “A literatura é uma boa maneira de não formarmos opiniões rápidas. A boa literatura não nos fecha num ponto de vista”
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