É um ator conhecido da televisão, com várias participações no cinema, mas que se tem afirmado, acima de tudo, no teatro, distinguido com um prémio da SPA, em 2018. Desde há cinco anos que Romeu Costa interpreta uma personagem fascista na peça de Tiago Rodrigues “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, e, neste podcast, conta como uma história distópica se foi tornando cada vez mais próxima da atualidade política do país e como tem sentido em cena a fúria do público perante a sua personagem. “Estamos a dar passos atrás na democracia.” Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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