Ouça aqui a segunda parte da conversa com o ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, que fala sobre como os seus espetáculos põem a nu as suas maiores inquietações, com as respetivas nuances. Pedro Penim revela os desafios da paternidade e do processo longo e difícil que viveu com o marido recorrendo a uma mãe de substituição. E conta também a história de amor que o levou a colocar o trabalho em suspenso para ir viver junto com o companheiro durante uns tempos em Istambul e Roma. Por fim dá-nos música e lê brilhantemente um excerto de “O amor dos homens avulsos”, de Victor Heringer. Boas escutas!

Vera Iaconelli (parte 2): “Não sei disputar. Não me interessa a competição. Destaco-me no que faço, mas quero é pertencer. Evito quem atua na inveja. Então faço uma seleção radical, e até sofrida”
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Vera Iaconelli (parte 1): “Interesso-me pelo inconsciente, pela bizarrice, pelo disruptivo, pelos fios soltos e pela falha. É onde aparece a verdade”
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Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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