Dezassete anos depois da autobiografia “Bilhete de Identidade”, que esteve envolta em grande polémica, a socióloga Maria Filomena Mónica volta a publicar um livro mais pessoal. Mas, desta vez, estes escritos são o seu olhar sobre as centenas de cartas, postais e documentos que herdou da sua família, para arrumar as memórias, onde chega a desenterrar segredos, sobre a sua mãe e a sua avó, que nunca imaginara. Chamou-lhe “Duas Mulheres”, com a chancela da Relógio d´Água, e, através delas, procura perceber melhor o passado e a mulher em que se tornou. Neste episódio, reflete ainda sobre o amor, a finitude e a forma salvífica como a escrita a tem ajudado a sobreviver ao cancro. Ouçam-na no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, com Bernardo Mendonça

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
38:37

MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
1:04:33

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
49:02