Luca Argel é a prova viva de que a música de intervenção em Portugal está bem e de boa saúde, bem servida de poesia, arte e questionamento. Este ano, o músico e cantautor lançou novo álbum, “O Homem Triste”, produzido por Moreno Veloso.
Ao longo de nove canções inéditas, Luca navega pelo labirinto de silêncios, dúvidas e segredos que aprisionam meninos e homens em ideais de virilidade inalcançáveis e que os tornam protagonistas de epidemias de violência pelo mundo.
Um ponto de partida para uma conversa sensível e atenta sobre as muitas desigualdades da sociedade e o caminho para uma maior felicidade e bem-estar para mulheres e homens.
Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça

Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício”
1:09:03

Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
1:13:44

Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
1:18:01