Ouça aqui a segunda parte da conversa com a escritora, tradutora e dramaturga Luísa Costa Gomes que aqui fala do imprescindível papel dos editores e dos amigos no processo de apuro da escrita, dos desafios do jornalismo para a defesa da democracia e liberdade de expressão, alerta para os perigos do “ofensismo” e revela alguns paradoxos sobre os quais está a escrever no próximo romance, numa atmosfera de ficção científica. E ainda nos dá música, lê um excerto do novo livro de contos e sugere um filme que a arrebatou recentemente. Boas escutas!

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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