Ouça aqui a segunda parte da conversa com a escritora, tradutora e dramaturga Luísa Costa Gomes que aqui fala do imprescindível papel dos editores e dos amigos no processo de apuro da escrita, dos desafios do jornalismo para a defesa da democracia e liberdade de expressão, alerta para os perigos do “ofensismo” e revela alguns paradoxos sobre os quais está a escrever no próximo romance, numa atmosfera de ficção científica. E ainda nos dá música, lê um excerto do novo livro de contos e sugere um filme que a arrebatou recentemente. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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