É uma das vozes literárias portuguesas mais marcantes. Enquanto Luísa Costa Gomes prepara um romance de ficção científica, acaba de lançar uma nova colecção de histórias breves: “Visitar amigos e outros contos”. Neste podcast fala de como não cede à pressão do tempo, é crítica da produção massiva de “uma certa evangelização, moralismo e didatismo” nas obras que enchem as livrarias, fala da televisão como uma “espiral descendente” de “vileza” e "estupidificação geral” e alerta para o perigo dos dogmas e da morte da democracia. Esclarece ainda que não viveu nenhum renascimento, após um percalço: “Tive pneumonia, nada de mais. A vida tem umas sacudidelas. Penso na morte desde que nasci, faz parte”. Ouçam-na aqui nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça no podcast A Beleza das Pequenas Coisas

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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