Nesta segunda parte da conversa, a apresentadora Júlia Pinheiro revela o que espera das suas netas enquanto mulheres no futuro, e o que atualmente mais a inquieta no país e no mundo. Como havemos de viver e de continuar a acreditar? Júlia responde.
A apresentadora fala ainda da sua amizade e cumplicidade longa com Manuel Luís Goucha, reflete sobre o futuro dos medida, a preocupação com a IA, e o seu interesse e fascínio pelos mecanismos que geram a violência. E ainda conta os próximos projetos que vai lançar em breve…
No final, ainda há lugar para Júlia Pinheiro partilhar algumas das músicas que a acompanham, ler um excerto do seu livro “Não Sei Nada Sobre o Amor” e do novo livro de Gisele Pelicot - “Um Hino à Vida - A Vergonha tem de Mudar de Lado”, uma história de abuso que chocou o mundo.
E que, acima de tudo, mostrou como o mal se esconde entre uma aparente normalidade de um lugar, e como a força de uma mulher a fez superar um trauma e servir de exemplo para o mundo. Boas escutas!

Carla Madeira (parte 2): “Escrevo para lidar com a ideia do irreversível. Assusta-me quando não podemos mais alguma coisa. A felicidade é quando ainda é possível”
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Carla Madeira (parte 1): “Somos complexos, confusos, misturados. Não somos só bem ou mal. Como escritora interessa-me explorar essa condição humana”
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Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício”
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