É um dos apresentadores mais populares e carismáticos da televisão. Rosto conhecido da RTP, fez antes percurso na rádio e foi voz de continuidade na SIC. Malato não esperava chegar aos 60 anos. Mas foi aos 60 que deixou de desejar a morte. “Pela primeira vez passei a drogar-me com a realidade sem precisar de aditivos.” Aqui revela as dores de sempre, os abusos na infância, o lado tóxico nas relações amorosas e as razões de se ter afirmado pessoa não-binária. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça.

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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