Garcia Pereira é advogado e um histórico combatente do fascismo. Há décadas que surge na frente de combate aos despedimentos, à precariedade, aos salários baixos, ao abuso patronal e à erosão dos direitos para quem trabalha. Há dois anos foi distinguido com o Prémio Nelson Mandela 2024, atribuído pela ProPública, pelo trabalho em prol dos mais vulneráveis. Recentemente, apresentou uma queixa crime ao Ministério Público a pedir a extinção do Chega por violação da Constituição, nomeadamente por alegar ser um partido neofascista. Voz crítica da proposta do Governo para a reforma laboral, Garcia Pereira alerta: “As medidas baseiam-se no trabalho precário, salários baixos e facilitação dos despedimentos. O país perderá com isto”. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo Mendonça

Lisa Vicente (parte 2): “Faz-me impressão o ‘achismo’ sobre o que não se domina. Isso pode ser feito no café, mas não veiculado para milhões de pessoas”
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Lisa Vicente (parte 1): “É possível haver prazer sensual e sexual sem penetração. E pode até não passar pelos genitais. E é normal não haver sempre orgasmo”
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Inês Marinho (parte 2): “Antes dizia que se há um fascista na mesa e te sentas, passam a ser dois fascistas. Mudei. É importante o diálogo”
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