Garcia Pereira é advogado e um histórico combatente do fascismo. Há décadas que surge na frente de combate aos despedimentos, à precariedade, aos salários baixos, ao abuso patronal e à erosão dos direitos para quem trabalha. Há dois anos foi distinguido com o Prémio Nelson Mandela 2024, atribuído pela ProPública, pelo trabalho em prol dos mais vulneráveis. Recentemente, apresentou uma queixa crime ao Ministério Público a pedir a extinção do Chega por violação da Constituição, nomeadamente por alegar ser um partido neofascista. Voz crítica da proposta do Governo para a reforma laboral, Garcia Pereira alerta: “As medidas baseiam-se no trabalho precário, salários baixos e facilitação dos despedimentos. O país perderá com isto”. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo Mendonça

Grada Kilomba (parte 2): “Interessa-me o chão comum. Na arte quero criar um senso de humanidade, revelando e desmantelando a violência”
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Grada Kilomba (parte 1): “É fundamental ser radical. Pode ser extremamente libertador e belo. A criação é um ato de absoluta radicalidade”
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António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”
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