Nesta segunda parte da conversa em podcast, o historiador e professor Fernando Rosas vai mais a fundo sobre a natureza do fascismo e o que é que transforma uma certa emoção e pulsão destrutiva numa forma de política. E explica a razão de uma certa burguesia e população descontente começar a financiar, a impulsionar e aceitar e promover este novo fascismo. O académico e antigo deputado recorda os tempos de luta anti fascista, os vários caminhos na política, que o levaram a estar preso mais de dois anos, a tortura de sono e relata como escapou da última vez que a PIDE tentou prendê-lo. E ainda partilha os prazeres e lutas de hoje, as músicas que o acompanham, lê um excerto do livro “A Ordem do dia”, de Eric Vuillard, e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
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MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
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Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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