Oiça a segunda parte da conversa com a atriz e diretora artística da companhia Teatro Praga, Cláudia Jardim, que fala dos desafios da maternidade, revela o que lhe faz chegar a mostarda ao nariz e levantar a voz, dá conta que está apostada em viver uma vida menos acelerada, mais concentrada no presente e refere duas das notícias recentes que mais a perturbam no país e no mundo. E ainda nos dá música e lê um poema de Adília Lopes, seguido de um excerto do seu livro preferido, “A Noite e o Riso”, de Nuno Bragança, que Cláudia relê frequentemente como um mantra para a sua vida. Boas escutas!

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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