Oiça a segunda parte da conversa com a atriz e diretora artística da companhia Teatro Praga, Cláudia Jardim, que fala dos desafios da maternidade, revela o que lhe faz chegar a mostarda ao nariz e levantar a voz, dá conta que está apostada em viver uma vida menos acelerada, mais concentrada no presente e refere duas das notícias recentes que mais a perturbam no país e no mundo. E ainda nos dá música e lê um poema de Adília Lopes, seguido de um excerto do seu livro preferido, “A Noite e o Riso”, de Nuno Bragança, que Cláudia relê frequentemente como um mantra para a sua vida. Boas escutas!

Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”
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Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
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