Há mais de 30 anos que Catarina Furtado é uma das apresentadoras mais populares da televisão portuguesa. Cedo provou ter mais predicados além da evidente beleza e excelência na comunicação: Desde 2000 é embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), um convite de Kofi Annan para angariar verbas e ajuda humanitária destinada a mulheres e jovens de países mais pobres e vulneráveis. Em 2012 ergueu a associação Corações com Coroa, que se dedica a projetos de empoderamento de raparigas e mulheres em situações de vulnerabilidade, risco ou pobreza. Catarina afirma que nunca teve um grande amor pela televisão, mas sim pelas pessoas. E que é esse o amor que nos salva. Ouçam-na aqui nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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