É uma das figuras mais reconhecidas da filosofia em Portugal, conciliando a vida académica, com uma presença notável no debate público. É o caso das conferências que Caeiro tem conduzido com casa cheia, no CCB. Este ano prossegue o ciclo “A verdade da mentira”, com sessões que se estendem até Junho, uma espécie de aula de filosofia aberta que se apresenta como uma resistência à pandemia da mentira e crescente proliferação da desinformação. Como podemos mudar o paradigma de uma sociedade que parece, por vezes, abdicar de pensar para se sentir mais segura? Ouçam-no nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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Marina Mota (parte 1): “Quando me estreei disseram que eu era a nova Ivone Silva ou a nova Amália. Perdoem-me, mas sou a primeira Marina Mota”
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António de Castro Caeiro (parte 2): “Sou um animal de sala de aula. Adoro tanto dar aulas que já estou com medo de ter de me reformar aos 70”
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