André Tecedeiro é poeta e dramaturgo, com oito livros de poesia publicados em Portugal, Brasil, Colômbia e Espanha. O último deles é “A Axila de Egon Schiele” (da Porto Editora), uma obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Este é um ano forte para André, já que assinará três novas peças de teatro e um livro de poesia para crianças. A par disso, André é consultor e formador em diversidade e inclusão de género. E, nestes tempos em que o ódio colhe votos, o autor tem andado pelo país a falar da importância da linguagem inclusiva e a partilhar a sua experiência como pessoa trans, pela visibilidade e direitos das pessoas LGBTQIA+. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

#1 Série especial ‘Os mais ouvidos’, com Margarida Vila-Nova: “Já não tenho tempo para me aborrecer com pessoas feias, que vão tornar o dia pesado e chato. O tempo urge!”
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Lisa Vicente (parte 2): “Faz-me impressão o ‘achismo’ sobre o que não se domina. Isso pode ser feito no café, mas não veiculado para milhões de pessoas”
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Lisa Vicente (parte 1): “É possível haver prazer sensual e sexual sem penetração. E pode até não passar pelos genitais. E é normal não haver sempre orgasmo”
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