Na segunda parte desta conversa, a poeta e historiadora Ana Paula Tavares começa por responder a uma pergunta colocada pelo amigo e escritor angolano Ondjaki. Se pudesse fazer uma pergunta a um dos seus mortos, que pergunta seria? E a quem faria essa pergunta? E, já agora, tem algum grande arrependimento? Há ainda espaço para ouvir alguns poemas de Paula Tavares, para conhecer as músicas que a acompanham e descobrir o que a idade lhe tem ensinado. Que sonhos Ana Paula Tavares ainda tem por cumprir e a que livros e poemas regressa sempre? Escutem-na com tempo. E poesia.

Isabel do Carmo (parte 2): “Continuo a dar consultas aos 85 anos porque adoro ouvir histórias de vida, são fontes de sabedoria, e gosto mesmo de ajudar os outros”
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Isabel do Carmo (parte 1): “No combate à ditadura tive muito medo. Mas se não resistisse, era como se morresse aos meus olhos. Perderia a dignidade”
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Lídia Jorge (parte 2): “Escrevo ficção na busca de uma verdade. Sozinha sei pouco, mas as personagens que crio ficam a saber muito mais do que eu”
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