Na segunda parte desta conversa, a poeta e historiadora Ana Paula Tavares começa por responder a uma pergunta colocada pelo amigo e escritor angolano Ondjaki. Se pudesse fazer uma pergunta a um dos seus mortos, que pergunta seria? E a quem faria essa pergunta? E, já agora, tem algum grande arrependimento? Há ainda espaço para ouvir alguns poemas de Paula Tavares, para conhecer as músicas que a acompanham e descobrir o que a idade lhe tem ensinado. Que sonhos Ana Paula Tavares ainda tem por cumprir e a que livros e poemas regressa sempre? Escutem-na com tempo. E poesia.

Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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Ana Deus (parte 1): “Já não quero saber da opinião dos outros. É normal, quando se cresce. E não amarguei. Correu quase tudo bem. A minha vida podia ter descambado muito”
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Eduardo Madeira (parte 2): “Já trabalhei com pessoas absolutamente execráveis, mas como artistas são brilhantes. Prefiro trabalhar com pessoas boas”
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