A compositora Ana Lua Caiano é uma das vozes mais aplaudidas da nova música portuguesa. A sua música junta tradição e modernidade, eletrónica e adufe no primeiro álbum, “Vou Ficar neste Quadrado”, lançado em março, com letras como arma contra a inação e o medo. Ana Lua Caiano é múltipla, desdobra-se em várias vozes, “beats” e instrumentos, numa espécie de “one woman show”. Ela soa a futuro e a ao mundo, sem perder de vista as sonoridades do passado. “Mão na Mão” é a sua canção mais popular, que anda de boca em boca a convidar a mexer os pés. Ouçam-na aqui nesta primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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