Com o início das convenções nacionais partidárias, o cenário político/eleitoral passa a ter um horizonte menos turvo. As siglas necessariamente precisam fechar suas alianças e definir seus candidatos. Uma negociação que leva em conta, essencialmente, a projeção de partilha de poder. E, segundo essa lógica, o pré-candidato Geraldo Alckmin desponta como o principal player a partir de agora. Unido com o “centrão”, o ex-governador de SP dispõe de capilaridade e mais tempo de TV. Coloca, portanto, em prática as velhas estratégias políticas para tentar melhorar seu desempenho, que vinha empacado até agora nas pesquisas eleitorais. O plano, mesmo legítimo, vai funcionar? Num contexto em que a classe política tradicional é rejeitada, como explicar o apoio de partidos de natureza fisiológica? Fizemos essas perguntas para a jornalista e colunista do Estadão, Vera Magalhães, convidada de hoje do programa.
Edição conta ainda com a tradicional agenda econômica da semana, com os comentários da editora do Broadcast, Silvia Araujo. Fechamento do semestre e intensas oscilações no mercado financeiro estão entre os destaques.
Confira também o comentário de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.

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