E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, mas a velocidade com que um ataque pode ser planejado e executado? O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que isso já acontece. Adversários usam IA para gerar códigos, atacar infraestrutura de inteligência artificial, explorar LLMs corporativos e comprometer cadeias de software. E o tempo de reação está encolhendo. Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito. Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem cresceu 171%. O que isso muda nas modernas estratégias de cibersegurança? O Start Eldorado desta semana discute essa nova corrida entre ataque e defesa com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

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