Uma notícia atingiu em cheio o planejamento futuro de uma das empresas brasileiras mais importantes: a Embraer. A americana Boeing rompeu o acordo, que previa a aquisição de parte da aérea, por mais de 4 bilhões de dólares. A perda do investimento é só um dos problemas que a Embraer terá que enfrentar em um mercado que se tornou muito competitivo com a fusão de outras companhias. A empresa brasileira promete ir à justiça contra Boeing para rever o que gastou com a venda. Por outro lado, existe o interesse dos chineses em ocupar o espaço deixado pela aérea americana. Afinal, qual o futuro da Embraer? O negócio com a estatal chinesa é a melhor saída?
Na edição de hoje, vamos conversar sobre este assunto com a repórter de Economia e Negócios do Estadão, Luciana Dyniewcz, e com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy. No quadro “Fique em Casa”, Renata Cafardo entrevista Márcia Barbosa, física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sobre como está encarando o período de quarentena e autoisolamento.

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