Estadão Analisa com Carlos AndreazzaEstadão Analisa com Carlos Andreazza

Andreazza: ‘Esposa de Moraes mandando minuta de contrato diretamente a Vorcaro. Vai passar batido?’

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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro.

A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro.

Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens.

A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio BolsonaroPaulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”.

O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira.

“Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar.

Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou.

As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta.

Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”.

“Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live.

Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”.

A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento.

Ele nega.

Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante

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O novo podcast do Estadão vai trazer o jornalista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sob 
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