Nesta semana, o ministro da Economia Paulo Guedes entregou no Congresso Nacional a primeira parte da proposta do governo para reforma tributária. O texto traz a criação de um imposto único federal, que juntará o PIS e a Cofins, com alíquota de 12%. Mas, esse ponto já está gerando críticas, principalmente do setor de serviços, que hoje paga uma alíquota menor desses impostos. Além disso, bancos foram contemplados com um percentual de apenas 5,8%. Temas mais complexos, como a inclusão de tributos estaduais nesse imposto único, mudanças no Imposto de Renda e alteração da carga tributária devem ficar para uma segunda fase.
Afinal, o novo imposto é prejudicial para as pequenas e médias empresas? Como fica o consumidor final nessa história? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com a repórter do Estadão, em Brasília, Adriana Fernandes, e com o doutor em direito tributário, e livre-docente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Fernando Aurelio Zilveti.

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