É muito comum se identificar os maus exemplos da política impregnados na gestão do futebol: corrupção, corporativismo e os mais diversos tipos de inconsequências administrativas. O que não significa que há espaço e vontade para transformações redentoras. É o caso do Flamengo, que vive um grande momento dentro e fora de campo. As boas práticas do clube rubro negro podem servir de referência para um Brasil que teima derrapar nas suas crises políticas, econômicas e de gestão? Edição de hoje faz este exercício comparativo contando com as participações do colunista Mauro Cezar Pereira, e das editoras do Broadcast, Silvia Araujo e Elizabeth Lopes.

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