A convenção que deve empossar o novo postulante, marcada para o dia 09 de dezembro, será mais do que um ato simbólico de união do partido. Poderá servir, acima de tudo, para lançar a candidatura de Alckmin à presidência. Para muitos analistas, o governador paulista poderá conduzir o centro no espectro eleitoral, ainda sem opções robustas e pressionado pelo populismo eficaz da extrema direita, com Jair Bolsonaro, e da esquerda, com Lula. Sobre o assunto, conversamos aqui no programa com o cientista político Bruno Souza (Unicamp). Ainda no campo da análise política, confira as colunas de Andreza Matais e José Nêumanne Pinto.

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