Edição desta quinta-feira, 24, fala sobre a reforma política que foi fatiada para que pudesse começar a votação no plenário da Câmara. Foi retirado, por exemplo, a porcentagem de 0,5% da receita corrente líquida do governo para formar o fundo público para campanhas eleitorais. Antes da sessão, uma das comissões da reforma aprovou o fim das coligações e a cláusula de barreira para ter acesso a este fundo partidário.

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