No próximo dia 2 de maio, o plenário do STF retoma julgamento para discutir a redução do foro privilegiado. Seis ministros já votaram a favor da tese de Luís Roberto Barroso de que o foro para deputados federais e senadores só deve ser aplicado quando o crime for praticado no exercício do mandato e estiver relacionado ao cargo. O ministro Dias Toffoli pediu vista em novembro do ano passado, quando a 3ª sessão sobre o caso foi suspensa. Além de Toffoli, ainda faltam votar os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski. Analisamos o tema numa entrevista com o professor de Direito Constitucional da FGV-SP, Rubens Glezer. Para ele, pode ser ilusório acreditar que a Justiça será mais célere com os processos remetidos para a primeira instância. Glezer ainda afirma que a tese de Barroso tem um grau de experimentalismo, já que não se sabe ao certo se ela vai realmente acabar com a impunidade. Confira ainda nesta edição uma análise sobre o cenário eleitoral com o sociólogo e professor do Mackenzie, Rodrigo Prando. O tema da vez é a pulverização de candidaturas na corrida presidencial.

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