No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a realização de parte da propaganda eleitoral na internet de Renan Santos, o candidato do Missão à Presidência da República, bem como sustou repasses do fundo eleitoral à campanha, a realização de gastos com eventuais recursos já repassados e o direito de participar de debates em rádios, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação.
As proibições se estendem também ao vice na chapa, Aroldo Medina. Não há impedimento à realização de campanha nas ruas.
Na decisão, Toffoli proibiu a veiculação de propaganda em perfis e sites informados fora do prazo à Justiça Eleitoral.
O Missão declara publicamente que não vai usar dinheiro do fundo eleitoral nesta campanha.
Segundo o TSE, o partido tem direito a R$ 3,3 milhões do fundo.
Até o momento, a campanha de Renan não registrou entrada desse dinheiro público como fonte de receita.
Segundo o Toffoli, Renan deixou de comunicar no tempo indicado por lei todas as contas que mantém em redes sociais.
Essas informações devem ser prestadas no momento do registro, ou um dia após a criação de novos canais.
“A própria omissão de dados é indício de fraude à lei”, escreveu o ministro.
Segundo a decisão, 16 perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento do registro da candidatura.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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