Edição desta quarta-feira discute o posicionamento da esquerda brasileira com a aproximação das eleições majoritárias do ano que vem. O PT, que sempre aglutinou os demais partidos neste campo ideológico, coloca todas as suas fichas na figura do ex-presidente Lula. Diz que não pensa em “plano b”, mas corre o sério risco de não ter um candidato forte em 2018, pois ainda está pendurado na decisão da Justiça sobre a possível condenação de Lula. As siglas que sempre fecharam com o PT, tais como PSOL e PC do B, se movimentam para constituir candidatos próprios. E Ciro Gomes, pré-candidato pelo PDT, tenta ser o herdeiro dos votos de Lula, caso o petista não possa mesmo disputar a eleição. Para além do xadrez eleitoral, e no discurso? O que a esquerda tem apresentado de agenda para a sociedade brasileira? Analisamos este tema numa entrevista com o cientista político e professor do Mackenzie, Rogério Battistini.

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