Edição desta quarta-feira analisa os cenários eleitorais com a saída de Joaquim Barbosa da corrida presidencial. Ele vinha sendo colocado como pré-candidato pelo PSB. Na última pesquisa Datafolha, inclusive, chegou a pontuar com 10% das intenções de voto. O ex-ministro do STF parecia aglutinar a demanda de um eleitorado que busca alternativas à classe política mais tradicional. Era o outsider da vez, ainda que tenha participado do status quo como ministro do Supremo Tribunal Federal. Por mais que seu potencial eleitoral fosse comprovadamente viável, ele decidiu ficar de fora do páreo. Para o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira, ouvido aqui pelo programa, Barbosa sai de cena como entrou: calado. Ou seja, recebeu muitos holofotes, mas não apresentou proposta alguma. Daqui para frente, na visão de Vitor, a tendência é de que as forças políticas tradicionais ganhem mais força com esta nova conjuntura.
Confira ainda nesta edição uma conversa com o jornalista Roberto Godoy sobre a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, em romper com o acordo sobre programa nuclear do Irã. A medida mexe consideravelmente com Oriente Médio e com a comunidade global, em especial a União Europeia. Para Godoy, a probabilidade de uma guerra na região aumenta sensivelmente.

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