No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a campanha eleitoral deste ano.
O presidente Lula subestimou Flávio Bolsonaro no primeiro turno da disputa, subiu no salto alto e agora, nos últimos dias, tenta criar fatos políticos para virar o jogo, lançando cascas de banana na direção do adversário.
A aposta da vez é o desafio para que Flávio abra o seu sigilo bancário, fiscal e telefônico.
A cinco dias da eleição, Lula partiu para uma jogada de marketing e de impacto: entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ofício autorizando a quebra de seu sigilo, assim como o de sua mulher, Janja, e de seus filhos, desde que Flávio e a família dele, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro façam o mesmo.
“Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto. E eu quero ver se ele tem coragem”, disse Lula em evento de campanha no Maranhão.
O senador do PL disse a auxiliares que não vai cair no que chamou de “armadilha”, mas tem tratado a questão com desdém, afirmando que Lula “não tem nem celular” para abrir o sigilo telefônico.
Aliados do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) receberam a missão de tentar virar votos e atrair eleitores indecisos em cidades pequenas onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em 2022.
No Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político da família Bolsonaro, nomes como o do senador reeleito Carlos Portinho (PL) estão mapeando municípios onde o petista venceu para irem às ruas conversar com as pessoas.
A ideia da ofensiva é que, diante de uma eleição presidencial tão acirrada, “todo voto conta” para ampliar a vantagem do filho 01 de Jair Bolsonaro em seu Estado.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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