Pela sexta vez um governador do Rio de Janeiro é acusado de corrupção. Desta vez, Wilson Witzel foi afastado do cargo, por decisão do Superior Tribunal de Justiça, em razão de supostos desvios da Saúde do Estado. O Ministério Público afirma que o escritório de advocacia da primeira-dama, Helena Witzel, foi usado para pagamentos de vantagens indevidas ao líder do Executivo fluminense, através de contratos com entidades que prestam serviço de saúde ao Estado. Em pronunciamento de mais de 20 minutos à imprensa, Witzel se disse indignado e “vítima de perseguição política”, e promete recorrer da decisão. No seu lugar, assume o vice-governador, Cláudio Castro, que também foi alvo de buscas na operação contra desvios na Saúde.
Afinal, por que o Rio de Janeiro enfrenta sucessivos casos de corrupção? Como ficam as pretensões políticas de Wilson Witzel com este afastamento? Na edição de hoje, conversamos com a editora do BR Político e colunista do Estadão, Vera Magalhães, e com o repórter do Estadão, em Brasília, Rafael Moraes Moura.

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