No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal.
Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF.
Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção.
Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão.
Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações.
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