No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a semana política no Brasil e no mundo.
No STF, depois do bate-boca público entre Romeu Zema e o ministro Gilmar Mendes, o magistrado fala em um pacto amplo entre os poderes, que seja costurado entre Governo e Congresso.
Já a postura mais combativa adotada por Romeu Zema (Novo) em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL).
A percepção agora é que o ex-governador ganhou força entre os bolsonaristas, porque passou a defender de forma explícita mudanças no Supremo, pauta cara a esse eleitorado.
O Senador Flávio Bolsonaro começa a se movimentar após o aumento da influência do ex-governador de Minas Gerais, aliados inclusive consideram o estado como campo minado para Flávio, que já negocia com os possíveis candidatos a vice.
No âmbito internacional, o colunista comenta a ‘treta’ entre Lula e Donald Trump, o brasileiro elevou o tom das críticas ao mandatário norte americano em evento, dizendo que: “Não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que por e-mail ou por tweet ele pode taxar produtos, punir países e pode fazer guerra”, afirmou o presidente na abertura da feira industrial de Hannover, na Alemanha.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante
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