A promessa de Jair Bolsonaro de abrir a “caixa preta” do BNDES e mostrar à população as irregularidades cometidas em outras gestões, principalmente as petistas, naufragou. Após meses e 48 milhões gastos em auditorias, o presidente do banco, Gustavo Montezano, anunciou que nada de ilegal foi encontrado nos contratos entre o BNDES e pessoas físicas e jurídicas. A informação irritou o presidente que passou a questionar a qualidade do serviço prestado pela empresa auditora e passou a cobrar publicamente explicações sobre o valor gasto com ela. Afinal, Bolsonaro sai desgastado com o resultado da auditoria no BNDES? A chamada “caixa preta” serviu apenas ao discurso ideológico do presidente?
Na edição de hoje, o repórter do Estadão, em Brasília, Patrick Camporez, que acompanhou desde o início essa história, conta os bastidores da “caixa preta” do BNDES. Além dele, o editor do BR Político, Marcelo de Moraes, fala do impacto político dessa auditoria para o presidente Jair Bolsonaro.

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