O governo brasileiro informou que o acordo Mercosul-União Europeia, assinado no último sábado, em Assunção, no Paraguai, deverá eliminar tarifas de importação sobre 92% do valor das compras europeias de bens brasileiros e sobre 85% das importações provenientes da UE. Entidades da indústria e do agro comemoraram a assinatura, após mais de 25 anos de negociação.
Ainda segundo o governo, o acordo entrará em vigor um mês depois de concluído o processo de ratificação entre os dois blocos comerciais. No Brasil, o pacto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. Já na UE, o acordo comercial depende de aprovação do Parlamento Europeu. As principais concessões do bloco europeu envolvem: carnes (bovina, suína e de aves), açúcar, etanol, arroz, mel, milho, suco de laranja, cachaça, queijos, iogurte, manteiga e frutas.
Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Kanter. professor de MBAs da FGV, disse que o acordo abre “uma ponte de oportunidades” para o Brasil, mas ressaltou que o acerto também deve se converter em “porta de entrada para um projeto de reindustriualização” do País.

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