Após a pressão diplomática de monarquias árabes como Arábia Saudita, Catar e Omã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desistiu, ao menos por enquanto, de lançar um ataque contra o Irã e deu sinais de distensão na crise, que foram acompanhados por movimentos similares feitos pelo regime xiita. O governo do Irã negou ontem que o ativista Erfan Soltani, de 26 anos, tenha sido condenado à morte por enforcamento. A possibilidade de execução de Soltani, que foi preso durante a onda de manifestações no país, levou Trump a ameaçar invadir o país. Em entrevista à Rádio Eldorado, Tanguy Baghdadi, professor de Relações Internacionais e apresentador do podcast Petit Journal, disse que já há sinais de negociação porque uma eventual guerra seria ruim para os dois lados e até mesmo para países que são adversários do Irã. “São monarquias inimigas do Irã, mas que não estão dispostas a pagar esse preço de mudança do regime que pode ser custoso para a região e gerar instabilidade. Pode haver radicalização e impasse no preço do petróleo”, avaliou.

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